domingo, 29 de maio de 2011

Câncer de Mama, Antitranspirantes e o INCA


Recebi um texto por e-mail que, por sua vez, também está postado em diversos blogs pela rede. Como Biólogo e por entender que há coerência nas informações descritas, e como é sempre bom pensar nestas questões, decidi compartilhar também por aqui. No entanto, fiz algumas adequações com relação à tradução e a alguns termos técnicos utilizados. Busquei também informações no sítio do INCA e lá encontrei, até, um parecer técnico da Anvisa - nesse artigo tive de fazer diversas correções -. Leia os textos a seguir:

Texto veiculado na internet - modificado:

Em um seminário sobre o Câncer de Mama, conduzido por Terry Birk, com o apoio e Dan Sullivan, durante o debate, foi perguntado porque a zona mais comum de desenvolvimento de tumores cancerígenos na mama situa-se próximo à axila.

Resposta: A principal causa de Câncer de Mama é, provavelmente, o uso de antitranspirantes. A maioria dos produtos disponíveis no mercado são uma combinação entre antitranspirantes/desodorantes.

A grande concentração de toxinas pode provocar mutação celular.

O corpo humano possui áreas pelas quais pode eliminar toxinas, algumas delas estão situadas atrás dos joelhos, atrás das orelhas, na área das virilhas e nas axilas.

As toxinas são eliminadas através da transpiração. Os antitranspirantes, como o nome já diz, evitam a transpiração, portanto, inibem a eliminação de toxinas através das axilas. No entanto, as toxinas não desaparecem. Como não podem sair com suor, são depositadas nos gânglios linfáticos - linfonodos -, situados na região das axilas.

A maioria dos tumores cancerígenos, ocorrem no quadrante superior da área da mama. Mais precisamente, onde se encontram os linfonodos.

Os homens, apesar do menor risco, não são isentos do desenvolvimento de Câncer de Mama pelo uso de antitranspirantes. A diferença é fato de que os antitranspirantes masculinos não são aplicados diretamente sobre a pele, pois, ficam, em grande parte, retidos nos pêlos das axilas.

Entretanto, as mulheres ao aplicarem antitranspirantes logo após rapar ou depilar as axilas, aumentam o risco devido às minúsculas feridas e irritações causadas na pele, que permitem que os componentes químicos nocivos penetrem mais rapidamente no organismo.

Modificado da possível fonte:

MSc. GABRIELA CASANOVA LARROSA, Prof. Assistente Dpto. De Biologia Celular e Molecular, Séc Biologia Celular Faculdade de Ciências, Universidade da República Oriental do Uruguay.
Dirección: Igua 4225, Piso 7 - AlaSur - Cod Postal 11400
Teléfono: (598-2) 525.86.18 al 21 (internos 145 y 218) Fax: (598-2)

Parecer do INCA: 

28/01/2004 - O uso de desodorantes antitranspirantes e o desenvolvimento de câncer de mama

Com relação à associação entre o uso de desodorantes antiperspirantes, que possuem em sua formulação compostos conhecidos como parabenos (derivados do ácido para- hidrobenzóico), e o desenvolvimento de câncer de mama, o Instituto Nacional de Câncer informa que: desde 1999, vêm circulando na Internet e na mídia, de um modo geral, suspeitas de que o uso contínuo de desodorantes com antiperspirantes podem aumentar o risco para o desenvolvimento de câncer de mama. Até que em janeiro de 2004 foi publicado na revista Journal of Applied Toxicology um artigo assinado por pesquisadores da University of Reading (UK), demonstrando a presença de altas concentrações de parabenos em tecidos retirados de tumores mamários de mulheres que usavam este tipo de desodorante.

No entanto, no Editorial da mesma revista, há um outro artigo de pesquisadores do Departamento de Toxicologia do Laboratório Covance (UK), questionando o estudo, pois o número de amostras de tecido coletado de tumores mamários teria sido pequeno (n=20). Questionou-se também a toxicidade desses compostos e a limitação de dados sobre exposição humana disponíveis na literatura.

Tendo como referência o parecer da American Cancer Society (ACS-EUA) sobre este assunto, é possível que alguns antiperspirantes possam irritar a pele e que não é raro o desenvolvimento de uma infecção chamada hidradenite supurativa, que se inicia na glândula sudorípara na axila ou região inguinal. Esta infecção pode levar a bacteremia (bactérias na corrente sanguínea) e choque se não tratado adequadamente. A depilação com lâmina pode agravar uma infecção axilar.

Ressaltamos que há inúmeros estudos epidemiológicos que descrevem os fatores de risco associados ao desenvolvimento de câncer de mama e, este estudo parece ser o primeiro que estabelece que o uso de antiperspirante aumenta o risco para câncer de mama. Portanto, devemos considerar que ainda não há estudos suficientes nem conclusivos que comprovem a associação positiva entre a exposição a parabenos e a presença de danos no DNA que poderiam levar ao câncer. Estes produtos são rigorosamente testados antes de comercializados e são utilizados pela indústria cosmética, farmacêutica e de alimentos já há bastante tempo.

Lembramos que os principais fatores de risco para câncer de mama são: história familiar, obesidade, alimentação inadequada, tabagismo e faixa etária elevada. A ação mais efetiva que as mulheres podem adotar para se protegerem é submeterem-se anualmente ao exame clínico, fazer mamografia a partir dos 50 anos e realizar o autoexame das mamas mensalmente. Embora não previna do câncer de mama, a adoção dessas práticas certamente aumentará as chances de detectá-lo precocemente, quando é mais facilmente tratado.


INCA acrescenta:

Utilização de antitranspirantes e o câncer de mama

Antiperspirantes ou antitranspirantes são produtos que inibem ou diminuem a transpiração. A diferença entre desodorante e antitranspirante é que o primeiro serve para remover o odor das axilas, enquanto o segundo é responsável por reduzir a quantidade de suor produzido. Grande parte dos antitranspirantes funciona também como desodorante, porém a maioria dos desodorantes não atua como antitranspirante.

Os antitranspirantes possuem em sua composição sais de alumínio e derivados. Por este motivo, algumas pessoas questionam se estes compostos em contato com o corpo propiciariam o desenvolvimento de câncer de mama. Outra associação refere-se ao fato de que a maior incidência da doença ocorre no quadrante superior da área do peito, local utilizado para aplicação do produto, onde estão localizados os nódulos linfáticos.

No entanto, sabe-se que a maior incidência de câncer nesse quadrante é percebida, uma vez que nele se encontra a maior quantidade de tecido mamário, o que aumenta as chances para o desenvolvimento da doença.

Segundo parecer técnico divulgado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não existe até o momento dados significativos na literatura científica que relacionem os sais de alumínio presentes na fórmula dos antitranspirantes com a incidência de câncer de mama.
Em janeiro de 2004 foi publicado na revista Journal of Applied Toxicology um artigo assinado por pesquisadores da University of Reading, na Grã-Bretanha (GB), demonstrando a presença de altas concentrações de parabenos em tecidos retirados de tumores mamários de mulheres que usavam este tipo de desodorante.

No entanto, no editorial da mesma revista, há um outro artigo de pesquisadores do Departamento de Toxicologia do Laboratório Covance (GB) questionando o desenho do Estudo, a inferência dos resultados tendo em vista que o número de amostras de tecido coletado de tumores mamários foi pequeno (n=20). Questionou-se também a toxicidade desses compostos e a limitação de dados sobre exposição humana disponíveis na literatura.
Tomando-se como referência o parecer da American Cancer Society sobre este assunto, é possível que alguns antiperspirantes possam irritar a pele e que não é raro o desenvolvimento de uma infecção chamada hidradenite supurativa, que se inicia na glândula sudorípara na axila ou região inguinal. Esta infecção pode levar à bacteremia (bactérias na corrente sanguínea) e choque se não tratado adequadamente. A depilação com lâmina pode agravar uma infecção axilar.

Entre os inúmeros estudos epidemiológicos que descrevem os fatores de risco associados ao desenvolvimento de câncer de mama este parece ser o primeiro que estabelece que o uso de antiperspirante aumenta o risco para câncer de mama. Portanto, deve-se considerar que ainda não há estudos suficientes nem conclusivos que comprovem a associação positiva entre a exposição a parabenos e a presença de danos no DNA que poderiam levar ao câncer.

Os principais fatores de risco para câncer de mama são o histórico familiar, obesidade, alimentação inadequada, tabagismo e faixa etária elevada. A ação mais efetiva que as mulheres podem adotar para se protegerem é submeterem-se anualmente ao exame clínico, fazer mamografia periodicamente. Embora não previna do câncer de mama, a adoção dessas práticas certamente aumentará as chances de detectá-lo precocemente, quando é mais facilmente tratado.



Parecer técnico da Anvisa:

Câmara Técnica de Cosméticos – CATEC

Parecer Técnico

ASSUNTO: Uso de antitranspirantes e sua relação com câncer de mama

I) Introdução
Recentemente, informações têm sido divulgadas através da Internet, na maioria das vezes anônimas, as quais veiculam informações relacionando-se os sais de alumínio e seus derivados, usados em antitranspirantes e possíveis casos de ocorrência de câncer de mama.

Com o objetivo de trazer informações à população, pautadas em dados, à luz dos conhecimentos científicos atuais a Anvisa - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÃNCIA SANITÁRIA - através da GERÊNCIA-GERAL DE COSMÉTICOS constituiu subcomissão de trabalho, composta por Membros da CATEC - Câmara Técnica de Cosméticos, para avaliação das informações acima referidas, e posterior emissão de parecer técnico cientifico.

II) Definição e Legislação Brasileira
Segundo o Decreto 79094/77(1), antiperspirantes são produtos "destinados a inibir ou diminuir a transpiração, podendo ser coloridos e/ou perfumados, apresentados em formas e veículos apropriados, bem como, associados aos desodorantes". Os diferentes ativos preconizados para uso como antiperspirantes e suas recomendações de uso são regulamentados através da Resolução 79/00(2) - Anvisa - item V. Todos os produtos referidos como antitranspirantes / antiperspirantes são classificados como produtos de grau de risco 2, passíveis de registro, obedecidas as formalidades legais. Mas, segundo Draelos(3) desodorantes são tidos como formulações destinadas a remover o odor das axilas, enquanto que os antitranspirantes são usados para promoverem a redução da quantidade de suor produzido através de mecanismos fisiológicos. A maioria dos antitranspirantes também funciona como desodorante, mas a maioria dos desodorantes não age como antitranspirante.

III) Fisiologia da transpiração e mecanismo de ação dos antitranspirantes
Antecedendo a discussão a respeito da fisiologia da transpiração e mecanismos de ação dos antitranspirantes, a título de melhor entendimento do presente parecer, deve ser abordado aspectos pertinentes à absorção de sais de alumínio através da pele, conforme enfocado por Anane e cols(4). Segundo Cavington(5), os sais de chumbo são solúveis em água, a mesma propriedade físico-química atribuída aos sais de zircônio. O mecanismo de absorção através da pele está sujeito à distintos fatores tais como: solubilidade do ativo, formulação, concentração, tempo de exposição, condições fisiopatológicas da pele, etc. Com o objetivo de tentar esclarecer a absorção dos sais de alumínio presentes nas formulações de antiperspirantes, Flarend e cols(6) desenvolveram trabalho experimental onde indivíduos do sexo masculino e feminino foram expostos à soluções de cloridróxido de alumínio(Al2 (OH)5.Cl.2 H2O) a 21%, contendo alumínio radioativo. Para tanto, 0,4 mL da solução acima referida, foram transferidas para seringas e, aplicada nas axilas dos voluntários e, em seguida, espalhadas com algodão(swab). Os autores observaram todos os cuidados necessários para a realização do experimento. A avaliação da absorção do alumínio, utilizando-se da molécula radioativa foi determinada nas amostras de sangue e urina. As aplicações desta solução e as coletas de amostras de sangue e urina foram realizadas segundo o delineamento do protocolo previamente elaborado. A absorção, quer através das análises realizadas nas amostras de sangue e/ou de urina, ficou plenamente caracterizada. Entretanto, segundo os autores, as concentrações de alumínio radioativo eram tão baixas que tornavam os resultados não confiáveis. Finalizando, os autores sugeriram que uma simples aplicação nas axilas da solução de cloridróxido de alumínio, na concentração referida, não aumentou significativamente a carga de alumínio corpóreo. Entretanto, os autores salientaram que estudos mais detalhados tornar-se-ão necessários para esclarecer a absorção do alumínio através da pele.

A transpiração assume importante ação no mecanismo fisiológico relativo aos processos de regulação da temperatura corpórea (homeostase) ou seja, procurando manter o estado de equilíbrio entre as variações de temperatura corpórea e a do meio ambiente. No suor, como principais constituintes, foram determinadas elevadas concentrações das seguintes substâncias químicas: ácido láctico, ureia, aminoácidos e cloreto de sódio, às quais tem sido atribuídas propriedades no processo de hidratação natural (NMF), consequentemente, participando na elaboração de um filme hidrolipídico de superfície, que mantém a umidade da camada córnea da pele(7). Ainda, como fator natural de hidratação das axilas cerca de 25.000 glândulas écrinas são capazes de produzirem grandes quantidades de agentes perspiratórios, em resposta ao calor e aos estímulos emocionais. Papa e col(8), propuseram que, dentre os compostos químicos mais utilizados para reduzir a perspiração os sais de alumínio e seus complexos (cloridroxido) têm sido referidos como os mais frequentes, opinião da qual participa Exley(9). Papa e col. propuseram ainda que alguns sais inorgânicos atuavam nos ductos das glândulas sudoríparas promovendo danos na difusão do suor secretado para o espaço intersticial. Eles se retrataram em sua teoria(8). Shelley e col(10) propuseram que alguns sais metálicos se combinam às fibrilas de queratinas intraductais causando fechamentos dos ductos écrinos e a formação de uma "rolha" córnea e assim, obstruindo o fluxo de suor para a superfície da pele. Papa e col.(8) apresentaram evidências de que os antiperspirantes contendo sais de alumínio podem alterar o estado fisiológico do ducto sudoríparo, através da formação de um molde de alumínio no seu interior, ou seja, devido a formação de um bloqueio físico prevenindo, dessa forma, o fluxo do suor existente. Presumiu-se, ainda, que a secreção pudesse ser reabsorvida pelo ducto. Segundo os referidos autores, a alteração acima referida não causa danos à saúde em razão da grande quantidade de outras glândulas écrinas às quais asseguram os processos envolvidos na termorregulação.

IV) Conclusão
Segundo Pasqualete(11), membro do corpo clínico do CEPEM - Centro de Estudos e Pesquisa da Mulher), a notícia divulgada na Internet "quase todos os casos de câncer de mama acontecem no quadrante superior da área do peito, justamente onde os nódulos linfáticos estão localizados e que, mulheres que passam antiperspirantes, logo depois de raspar as axilas, aumentam o risco de incidência de câncer" pode ser esclarecida. Continuou o Dr. Pasqualete: "De fato, a incidência de câncer observada neste quadrante é um pouco maior, mas a explicação é simples. É justamente ali que encontramos a maior quantidade de tecido mamário e, portanto, é uma área com maior possibilidade para desenvolvimento da doença. É importante lembrar que, a drenagem linfática da mama não ocorre apenas na axila, mas em outros locais, como mediastino e peritônio (áreas no tórax)".

Segundo dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos também não foram mencionadas pesquisas que pudessem evidenciar, até a presente data, tal correlação. Ainda, segundo o Food and Drug Administration (FDA), órgão que regulamenta, entre outros, o setor de produtos cosméticos, também não foram relatados, até o momento, dados que pudessem evidenciar qualquer suporte à teoria de que os ativos presentes em formulações de antitranspi-rantes ou desodorantes pudessem causar câncer, consequentemente, segundo o FDA, parece não haver embasamento científico para esta preocupação.

Ainda, em relação ao assunto objeto deste parecer, constantes informações são veiculadas através da literatura científica bem como através de órgãos governamentais de alta credibilidade a exemplo dos que se seguem:


Após avaliação dos dados apresentados na literatura científica, de divulgação e órgãos de regulamentação, podemos inferir que até o presente momento não foram apresentados dados capazes de inferir a relação sais de alumínio / incidência de câncer de mama, embora a abordagem absorção de sais de alumínio deva continuar na mira dos pesquisadores da área.
Este é, s.m.j. o nosso parecer.

V) Referências Bibliográficas
1- Decreto 79094, de 05 de janeiro de 1977, regulamentando a Lei n.º 6360, de 23 de setembro de 1976.
2- Resolução n.º 79, de 28 de agosto de 2000, publicada em DOU de 31/08/00
3- Draelos, Z. D. Cosméticos em Dermatologia. 2.a ed., 1999. Editora Revinter, Rio de Janeiro.
4- Anane, R., M. Bonini, J. M. Bergstein and D. J. Sherrard. New Engl. J. Med. 1984, 310:1079.
5- Covington, T. R.. Handbook of Nonprescription Drugs, 11 ed., 1996, American Pharmaceutical Association, Washington DC.
6- Flarend, R., Bin, T., Elmore, D. Hem, S. L. Food Chem. Toxicol., 2001, 39, 163-168.
7- Draelos, Zoe Diana. Aspectos da Transpiração. Cosmetics & Toiletries, 2001, Vol. 13,
jan/fev, pág 36-42.
8- Papa, C. M. and Kligman A. M. Mechanisms of eccrine anhidrosis: II. The antiperspirant effect of aluminun salts. J. Invest. Dermatol, 1967, 49:139.
9- Exley, C. Does antiperspirant use increase the risk of aluminium-relates disease including Alzheimer's disease? Molec. Med. Today, 1998, 4, 107-109.
10- Shelley, W. B., Hurley, H. J., Jr. Studies on topical antiperspirant control of axillary hyperhidrosis. Acta Dermatol. Venereol., 1975, 55, 241.
11- Pasqualete, H. A. Afastado elo entre desodorante e tumor. Entrevista ao Jornal O Globo de 05 de janeiro de 2000.

VI) Subcomissão
Dermeval de Carvalho - Prof. Titular aposentado de Toxicologia da Universidade de São Paulo e Coordenador do Curso de Ciências Farmacêuticas da Universidade de Ribeirão Preto
Elisabete Pereira dos Santos - Prof. Adjunto/Faculdade de Farmácia - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Octavio Augusto França Presgrave - Tecnologista - Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde/FIOCRUZ - RJ.
Lúcia Helena Fávaro de Arruda - Dermatologista (Sociedade Brasileira de Dermatologia) e Prof. da Faculdade de Medicina de Jundiaí.
Ana Lúcia Pereira - Farmacêutica/MsC. Bioquímica - Gerência Geral de Cosméticos/ Agência Nacional de Vigilância Sanitária.


Agora, você decide se deve, ou não, usar antitranspirantes.

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