terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Top 10: Animais estranhos e raros



Saiba mais sobre alguns dos bichos esquisitos que ainda estão vivos entre nós. Por Redação Galileu: O site The List Universe fez uma lista de animais com aparência bem estranha. Todos os membros desta seleção ainda vivem entre nós, mas muitos deles estão ameaçados de extinção. A maioria corre perigo devido ao desmatamento que acaba com o habitat natural dos bichos. Outros animais estão correndo o risco de serem exterminados da Terra justamente por sua aparência incomum que atrai colecionadores, como é o caso do número 2.
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domingo, 11 de dezembro de 2011

O pior cego é o que pensa que vê!




Minha filha (e toda a sua geração) sempre usou uma expressão que gosto muito: fulano “se acha”! Agora ela introduziu uma outra, mais precisa ainda, para designar a arrogância daqueles que se acham donos do mundo e da verdade: o tal fulano não “se acha” mais, ele agora “se tem certeza”!!!!! Quem “se tem certeza” não aprende nada. E enxerga menos ainda. O pior cego é o que pensa que vê!!!!


Quase todos nós temos a sensação de que estamos vendo tudo. Muitos, para não correr o risco de ficar por fora, estão 24h ligados no Twitter, Facebook, Internet... Alguns têm dois ou três celulares, outros dormem com ele debaixo do travesseiro! Como diria Francisco Varela, nossa realidade sensorial nos parece 100% completa, sem nada faltando. Se outra pessoa vê outra coisa, isto é sinal evidente de que ela está errada, de que ela está vivendo em outro mundo, irreal e imaginário. O “nosso” mundo é que é “real”!

O que vemos no nosso mundo quando vamos contratar um funcionário? Seu currículo e a maneira como ele se comportou durante a entrevista. O que vejo quando vou dar uma nota para uma aluna? O que ela escreveu na prova. O que vemos quando olhamos para uma mulher ou para nosso namorado?

Se repararmos bem, em todos os casos, o outro nos parece 100% como a identidade que foi construída pela relação conosco. Um pai vê sua filha na mulher que está sendo contratada pelo homem que a vê como uma profissional, que estuda na sala com uma amiga que a vê como a amiga que minutos antes era vista como aluna pelo professor! Aí está, talvez, nossa primeira cegueira: não enxergamos a pessoa, apenas uma faceta (imaginária) que construímos na relação com ela. Devíamos sempre nos lembrar que nossa relação não contempla tudo o que ela efetivamente é.

Mas afinal, quem é “o outro”?

“O mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas.” Guimarães Rosa – Grande Sertão: Veredas

Além de confundirmos o outro com o pedaço da identidade que apareceu em sua relação conosco, temos um outro ponto cego: quem somos nós, e quem é, efetivamente, o outro? A aluna, a filha, a profissional, a mulher? Tudo isto junto? Esta cegueira sobre quem somos “de verdade” é mais complicada que a primeira.

Há dois anos, desde que vi um vídeo e li o livro The element, do Ken Robinson, pergunto para meus alunos quais são seus talentos e suas paixões. Muitos simplesmente não sabem ou não conseguem responder... Boa parte das pessoas ainda passa a vida odiando o que faz, esperando apenas pelo final de semana. Não sabem quem são ou não conseguem viver o que realmente são ou querem ser. E aí não conseguem dizer nada sobre suas paixões e talentos.

Bom, em primeiro lugar nunca “somos” alguém. Como disse Guimarães Rosa, nunca estamos terminados, estamos sempre em construção... Mas Ken Robinson nos alerta que sem ter clareza de nosso “elemento-chave”, dificilmente conseguiremos seguir adiante na vida. Para ele, a junção do que se faz bem (talento), com o que se ama fazer (paixão) é o elemento-chave no nosso processo de transformação permanente. E esta clareza sobre quem queremos ser, só nós podemos ter.

E dai?

“O mundo se divide em duas categorias de pessoas: aquelas que dividem o mundo em duas categorias e aquelas que não.” Ken Robinson

Um dos motivos do porque me parece absurdo que os seres humanos sejam classificados em “raças” ou “categorias” é exatamente o fato de que: i) não somos apenas negros ou brancos ou pardos ou homens ou mulheres ou matemáticos ou professores ou engenheiros... Somos muitos num só; e ii) o outro, e nós, somos seres em permanente transformação.

“Ninguém transforma ninguém. Ninguém se transforma sozinho. Nos transformamos no encontro” Paulo Freire

E é por estes motivos que algumas relações são tão transformadoras. Quando um profissional se sente valorizado, integrado e ligado no que está fazendo ou quando uma mulher realmente se sente viva, inteira e desejada numa relação, todas as outras identidades conseguem sentir esse calor. A pessoa inteira fica feliz.

Os dois pontos cegos são inseparáveis. Nunca conseguimos superar inteiramente esta cegueira dupla. Ao tentarmos nos aproximar da totalidade do outro, percebemos que ela é inatingível, e sempre se transformando, como um alvo móvel.

Muitos acham que o melhor é ter alguém “que nos ame e nos aceite do jeito que somos”. Acho pouco. O caminho talvez seja amar incondicionalmente. Amar aquilo que o outro é, e aquilo que o outro ainda não é. E entender, como diria o meu grande amigo Zeca, que “a minha liberdade começa não quando termina a dos outros, mas quando começa a do outro”.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Via Láctea e seus 50 bilhões de mundos

Publicado em 22.02.2011
Foto:  Imagem infravermelha do núcleo da Via Láctea, fotografada pelo Telescópio Espacial Spitzer (NASA/JPL-Caltech/S. Stolovy SSC/Caltech)
Sábado, 19 de fevereiro de 2011
Que tal este cálculo astronômico? Existem pelo menos 50 bilhões de exoplanetas na nossa galáxia. E tem mais: os astrônomos calculam que 500 milhões destes mundos alienígenas provavelmente se localizam no interior das zonas habitáveis de suas estrelas.
Então, quantos destes planetas abrigam a vida? Infelizmente, não há uma estimativa para esta pergunta.
Este anúncio foi feito no sábado pelo cientista-chefe da Missão Kepler, William Borucki, da Associação Americana pelo Avanço da Ciência, em Washington DC. Na verdade, a missão não contou 50 bilhões de exoplanetas, mas chegou a este número pelas extrapolações dos dados registrados pelo telescópio espacial até esta data.
Por exemplo, como a missão Kepler localizou 1.235 candidatos a exoplanetas até agora – 53 dos quais orbitam estrelas em suas zonas habitáveis – e sabendo aproximadamente quantas estrelas existem na nossa galáxia (acredita-se que existam cerca de 300 bilhões de estrelas na Via Láctea), pode-se gerar uma estimativa de quantos planetas estão orbitando estas estrelas.
A missão Kepler estudou apenas 1/400 do céu, e pode detectar apenas os exoplanetas que passam diante (ou estão “em trânsito”) de suas estrelas-mãe. No entanto, é preciso mais tempo para detectar exoplanetas que orbitam a uma distância maior de suas estrelas.
Considerando todos estes fatores, pode-se gerar uma estimativa mais baixa. Mas é provável que existam mais do que os 50 bilhões de planetas que Borucki descreve.
Calcular esta estimativa é relativamente simples, mas calcular quantos destes mundos poderiam abrigar vida é mais complicado. Como sabemos que a vida só existe em um único planeta da Via Láctea (a Terra, caso ainda tenham alguma dúvida), nenhuma suposição estatística pode chegar a uma estimativa do número de seres extraterrestres da nossa galáxia.
Tais estimativas podem parecer triviais, mas colocam a busca por extraterrestres em perspectiva. Existem pelo menos 50 bilhões de planetas capazes de desenvolver formas básicas de vida? Quantos deles permitiriam a evolução de civilizações avançadas?
Se existem alienígenas lá fora, a próxima pregunta de Borucki é: “por que ainda não nos visitaram?”. Ao que ele mesmo respondeu com: “eu não sei”.
Eu me pergunto se algum dia saberemos…

Atualizando: Por Natasha Romanzoti em 6.12.2011 as 20:01

Primeiro planeta parecido com a Terra é encontrato: Kepler 22-b

Cientistas confirmaram a existência de um planeta semelhante a Terra na “zona habitável” em torno de sua estrela mãe.

Kepler 22-b encontra-se cerca de 600 anos-luz de distância e tem cerca de 2,4 vezes o tamanho da Terra, com uma temperatura de cerca de 22 graus Celsius.

Kepler 22-b está 15% mais perto de seu sol do que a Terra está do nosso sol, e seu ano dura cerca de 290 dias. No entanto, a estrela do planeta anfitrião tem cerca de 25% menos luz, mantendo a temperatura do planeta amena o suficiente para apoiar a existência de água líquida.

Até agora, esse é o planeta mais próximo parecido com o nosso – uma “Terra 2.0″. O que os astrônomos ainda não sabem, no entanto, é se Kepler 22-b é feito principalmente de gás, rocha ou líquidos.

Kepler 22-b era um dos 54 candidatos a exoplanetas em zonas habitáveis relatados pela equipe de Kepler em fevereiro, e é apenas o primeiro a ser formalmente confirmado usando outros telescópios.

Mais “Terras 2.0″ podem ser confirmadas no futuro, apesar de que uma redefinição dos limites da zona habitável trouxe o número de 54 para 48. 10 deles são do tamanho da Terra.

Durante a conferência em que esse resultado foi anunciado, a equipe de Kepler também disse que avistou 1.094 novos candidatos a planetas. O número total de candidatos encontrados pelo telescópio está agora em 2.326 – dos quais 207 são aproximadamente do tamanho da Terra.

Os resultados sugerem que os planetas que vão desde o tamanho da Terra a cerca de quatro vezes o tamanho da Terra – os chamados “super Terras” – podem ser mais comuns do que se pensava.

O telescópio espacial Kepler foi projetado para olhar para uma faixa fixa do céu, para cerca de 150.000 estrelas. O telescópio é sensível o suficiente para ver quando um planeta passa na frente de sua estrela-mãe, escurecendo um pouco a luz da estrela.

Kepler identifica essas pequenas mudanças na luz das estrelas como candidatos a planetas, que são depois confirmados por observações de outros telescópios em órbita e na Terra.

Conforme os candidatos a planetas semelhantes à Terra são confirmados, a Busca por Inteligência Extraterrestre (Seti, na sigla em inglês) tem um foco mais estreito para sua caça.

“Esta é uma oportunidade excelente para observações”, disse Jill Tarter, do Seti. “Pela primeira vez, podemos apontar nossos telescópios para as estrelas sabendo que elas realmente hospedam sistemas planetários – incluindo pelo menos um que se aproxima da Terra na zona habitável em torno de sua estrela mãe”, completa.[BBC].


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Stephen Hawking: o céu não existe

Publicado em 20.05.2011
Hawkings 
Crédito: AP Photo/NASA, Paul E. Alers
Sexta, 20 de maio de 2011
E o mundialmente famoso físico britânico Stephen Hawking acabou dizendo que não acredita no “céu” ou na vida após a morte. Quando morrermos, nossos cérebros param, e depois... acabou.
A morte, segundo Hawking, é ainda pior do que imaginávamos. Nada de portões dourados, renascimento ou anjos tocando harpas nas nuvens. Essas histórias sobre o que acontece após a morte são apenas “contos de fadas”, afirmou Hawking ao jornal inglês The Guardian em uma entrevista recente.
Mas essa opinião seria assim tão surpreendente?
Em setembro do ano passado, eu brinquei chamando Hawking de “encrenqueiro” depois da publicação de seu livro, The Grand Design. Nele, ele corta “Deus” da equação da criação do Universo. "Como existe uma lei como a da gravidade, o Universo pode e irá criar a si mesmo a partir do nada. A criação espontânea é a razão para existir algo em vez do vazio, e por isso o Universo existe e nós existimos”, escreveu ele.
Nesta nova entrevista, Hawking voltou a cutucar a onça com vara curta ao dizer: "Considero o cérebro como um computador que irá parar de trabalhar quando seus componentes falharem. Não existe céu ou vida após a morte para computadores quebrados; isso é um conto de fadas para pessoas que têm medo do escuro”.
Naturalmente, a declaração causou nova celeuma, irritando quem acredita que Hawking não deveria se imiscuir em questões religiosas. Stephen Green, diretor do grupo Christian Voice, declarou ao Cambridge News que “a comparação com um computador desligado revela um homem que só é capaz de pensar de forma materialista”.
Em vez de debater se o Céu, o Inferno, Deus ou o Chupa-Cabra existem, por que Hawking (mais uma vez) está agitando um pano vermelho diante do touro religioso?
Para começar, ele diz que não teme a morte, já que viveu à sombra desta ameaça por quase meio século depois de ter sido diagnosticado com uma doença neurológica debilitante aos 21 anos de idade. "Vivi sob a perspectiva de uma morte precoce durante os últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas não tenho pressa de morrer. Tenho tantas coisas para fazer antes disso”, comentou. Diante da gravidade de sua doença, Hawking não precisa esperar pelo Céu para se sentir melhor.
Famoso por seu trabalho pioneiro em física teórica, Hawking falou no evento Google Zeitgeist em Londres, na segunda, para responder à questão: "por que estamos aqui?"


Em sua apresentação, Hawking discutiu as flutuações quânticas nos primórdios do universo, que se tornaram as sementes a partir das quais tudo o que existe se formou. Para Hawking, não é preciso haver um “criador” onipresente para formar o universo em que vivemos. Do Big Bang aos dias de hoje, a ciência pode explicar como chegamos até aqui. Não existe um “porquê”; estamos aqui por acaso, e nada mais.
"A ciência prevê que muitos tipos diferentes de universo serão espontaneamente criados a partir do nada. Estamos aqui por força do acaso”, declarou ao Guardian.
Essencialmente, Hawking baseia seu argumento na Teoria-M, uma extensão da teoria das cordas, que especula sobre a existência de 11 dimensões; nossa dimensão espaço-tempo de quatro dimensões, portanto, seria apenas uma parte da história. O primeiro passo para provar as bases da Teoria-M pode vir do Grande Colisor de Hádrons (LHC), que pode vir a descobrir partículas supersimétricas.
Embates com a religião não são novidade, e obviamente Hawking causou alvoroço. Entretanto, religião e ciência são coisas muito distintas. A  não precisa de provas da existência de Deus, do Céu ou do Inferno. A religião é uma estrutura de crenças: nenhuma matemática pode contestar a fé, e nenhuma fé pode provar que um deus existe.
Se Hawking pôde com tanta facilidade refutar a existência do Céu usando equações aborrecidas, por que o Céu não poderia simplesmente ser acomodado nas equações para existir? "Hawking se dispõe a discutir a Teoria-M, na qual o universo teria 11 dimensões. Por que então ele não teria uma décima-segunda dimensão espiritual?”, questiona Green.
Como podem ver, ciência e religião muitas vezes misturam-se tão bem quanto óleo e água.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Vazamento de Óleo no Rio de Janeiro


Artigo de Esclarecimento Vazamento de Óleo no Rio de Janeiro - Instituto Ecológico Aqualung

Assessoria de Eventos do CRBio-02 - eventos@crbio-02.gov.br | 23/11/2011 10:18:01

Artigo de Esclarecimento 

Vazamento de Óleo no Rio de Janeiro 
Por Biólogo Marcelo Szpilman* 

O vazamento de óleo na Bacia de Campos e as diversas reações, do público, mídia e autoridades, nos fazem pensar em duas questões que devem ser refletidas. 

1 – Danos ao ambiente e a ingênua hipocrisia 

Devemos entender que a região onde ocorreu o vazamento está localizada no meio do oceano, local onde não há praticamente vida marinha a ser afetada. Apenas grandes peixes oceânicos, tubarões e baleias ocasionalmente poderiam passar pela área, mas o forte cheiro exalado pelo óleo fará com que esses animais evitem essa rota. No entanto, caso uma mancha de óleo atinja alguma área costeira do litoral do Rio de Janeiro, os danos ao ecossistema marinho podem ser consideráveis, pois além dos seres que vivem fixos no substrato marinho, como algas, esponjas e corais, outros pequenos animais, como peixes, crustáceos e moluscos, não conseguiriam fugir da mancha e seriam todos fatalmente afetados. Além disso, os seres humanos e suas atividades recreativas e profissionais (especialmente a pesca) também podem ser prejudicados. 

Não sejamos ingenuamente hipócritas acusando indiscriminadamente todas as empresas que lidam com petróleo __ normalmente quem o faz não deixa de colocar gasolina no seu carro ou de usufruir dos diversos produtos petroquímicos. E usando o carro como exemplo, qualquer pessoa que o dirija pode provocar um acidente. A questão é como essa pessoa agirá após o acidente. O mesmo ocorre com as empresas que lidam com o petróleo. Na prospecção e transporte do óleo, acidentes podem acontecer. A questão é como essas empresas agirão para remediar e combater a poluição por óleo de modo a diminuir ao máximo o impacto provocado. Se a Chevron, empresa responsável pelo vazamento, está agindo em desacordo com as normas de responsabilidade e transparência, com certeza merece ser acusada, cobrada e multada. Se oculta fatos e informações às autoridades brasileiras, está tão somente preocupada com os impactos sobre sua imagem e não com os impactos à Natureza. 

2 – Royaties do petróleo e a divisão dos prejuízos 

Os royalties que são pagos aos estados produtores de petróleo nada mais são do que medidas compensatórias pelos riscos potenciais que a atividade representa ao meio ambiente desses estados produtores. Esse acidente é um claro exemplo dos riscos e danos que a prospecção e transporte do óleo representam ao litoral e às praias cariocas ou capixabas. No entanto, diversos estados da federação, que não produzem uma única gota de petróleo e não correm qualquer risco, querem dividir esses royalties. Mas será que querem e podem dividir os prejuízos também? 

Instituto Ecológico Aqualung 
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010 
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030 
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021 
E-mail: instaqua@uol.com.br 
Site: http://www.institutoaqualung.com.br 

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*Marcelo Szpilman, Biólogo Marinho formado pela UFRJ, com Pós-Graduação Executiva em Meio Ambiente (MBE) pela COPPE/UFRJ, é autor do livro GUIA AQUALUNG DE PEIXES, editado em 1991, de sua versão ampliada em inglês AQUALUNG GUIDE TO FISHES, editado em 1992, do livro SERES MARINHOS PERIGOSOS, editado em 1998/99, do livro PEIXES MARINHOS DO BRASIL, editado em 2000/01, do livro TUBARÕES NO BRASIL, editado em 2004, e de várias matérias e artigos sobre a natureza, ecologia, evolução e fauna marinha publicados nos últimos anos em diversas revistas e jornais e no Informativo do Instituto Aqualung. Atualmente, Marcelo Szpilman é diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor e Redator do Informativo do citado Instituto, diretor do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) e membro da Comissão Científica Nacional (COCIEN) da Confederação Brasileira de Pesca e Desportos Subaquáticos (CBPDS).